Data: 20-01-2005
Por: Laika
Fantástico o Hotel RIU,
boa comida, excelente atendimento, óptimas instalações. O mar sem
descrição....maravilhoso! Recomendo fazer mergulho nos recifes de coral,
é um sonho.
Foi a temperatura mais quente que encontrei de água nas Caraíbas.
Aconselho aos visitantes um repelente eficaz e um protector solar forte.
Podem comprar charutos, café, rum, telas e muita droga!!!!
"É ver a atitude e o positivismo e a alegria na
vida do povo da Jamaica no seu dia a dia, mesmo quando pouco têm para
viver, e se reflecte na expressão "don't worry be happy"



Data: 17-02-2005
Por:
Eduardo Ferreira
A
Jamaica, um paraíso onde o sol brilha o ano todo. A frase mais dita
pelos jamaicanos, que quer dizer “Sem problemas”, é quase um lema no
país e traduz o jeito jamaicano de ser.
Com paisagens deslumbrantes, a Jamaica
caminha ao som do reggae e transmite uma tranquilidade histórica. Quando
os navios europeus chegaram à ilha encontraram índios gentis, que nunca
tiveram uma guerra. Ainda hoje os jamaicanos são muito hospitaleiros,
estão sempre querendo agradar, mas também são espertos e adoram tirar
dinheiro dos turistas.
Na terceira maior ilha do Caribe, a língua
oficial é o inglês, mas não espere encontrar uma filial da Inglaterra. O
idioma falado é uma mistura da língua inglesa com o africano chamado “patoá”,
com algumas expressões praticamente incompreensíveis. Mas não é preciso
se assustar. Se o turista não entender, “No problem”, os nativos sempre
tem um jeito de ajudar e nos resorts o inglês é a língua oficial.
Mas o modo relaxado do país não esconde os
problemas sociais. Indiferentes a isso os turistas, na maioria das
vezes, encontram refúgio nos verdadeiros resorts “seis estrelas” que
trabalham com o sistema “all incluse”. Não é preciso sequer sair do
hotel. Ali é possível desfrutar de refeições, bebidas, lazer e tudo o
mais.
Depois do contacto com a população local o
visitante pode optar pelas atracções culturais ou naturais da ilha.
Kingston é a capital e abriga muitas opções de lazer como teatro, shows
e museus. Um dos mais procurados do país é o Museu Bob Marley, que fica
na antiga sede da Tuff Gong, a gravadora do grupo The Wailers do qual
Marley, Peter Tosh e Bunny faziam parte. O acervo, que fica num bairro
rico de Kingston, preserva roupas, discos e objectos pessoais, como a
cama e a bicicleta do ídolo jamaicano.
O tour pelo museu, que ainda inclui um
documentário sobre a vida de Marley, The Wailers e a situação política e
económica da Jamaica pode durar uma hora e meia. O turista que quiser
conhecer mais da história do cantor não pode perder uma visita ao Trench
Town, onde o deus do reggae viveu com a família.
A localização não é boa, já que o gueto
Trench é uma das favelas mais pobres da cidade. Só há dois aposentos com
os objectos pessoais de Marley. Fora isso há um jardim, uma área comum
aos moradores do cortiço. Dois passeios que mostram os contrastes da
ilha.
Kingston ainda oferece outras boa pedidas, como o
National Gallery e o Instituto da Jamaica, que apresentam uma visão da
cultura local com uma completa coleção da arte típica do país. Há ainda
o Hope Gardens, um colorido jardim botânico e o Museu Marítimo e de
Ciência, opções variadas para todos os tipos de pessoas. Além dessas
alternativas, Kingston também é o local ideal para os interessados em
música e teatro. Desde o reggae até a música clássica apresentada pela
Filarmônica da Jamaica, sem esquecer do folclore da região.